A ciência demonstrou, no últimos anos, por meio do mapeamento de DNA e o sequenciamento de genoma que a espécie humana é menos diferente das outras espécies do que se imaginava. Ao que tudo indica, a composição dos genes no homem é tão complexa quanto em uma mosca da fruta. Diante disso, proponho nos perguntarmos: “Como posso postular que sou um ser distinto e único?”
Numa resposta apressada poderíamos dizer que as características de cada ser é responsável por essa diferenciação. Mas nessa macroanálise, que características estariam sendo levadas em consideração? A forma física? Isso seria muito simplório para nos definir. Exceto se assumirmos que somos simplesmente, individualmete, um corpo – em cada detalhe – seus membros, seus órgãos, seu peso, sua altura, seu formato, sua cor. Não adianta. De qualquer forma, isso não é o suficiente. Em essência, tudo, ou toda matéria, não passa de um emaranhado de átomos, certo? Uma combinação magnífica desses elementos químicos - eternos e imutáveis, como intuíra Demócrito. É Incrível como um número limitado de elementos pode dar origem a uma infinidade de seres e coisas. Desse modo, até o cérebro humano é “igual”. A propósito, como é possível, a partir dos átomos que compõem meu cérebro, eu sonhar, lembrar, imaginar ou esquecer? Uma borboleta que hoje voa livremente pode lembrar-se que um dia já foi larva? É possível? A ciência nos ensinou que somos os únicos seres racionais. Então, a resposta óbvia é não. Mas o resto ela não diz (ou não consegue dizer): a capacidade de lembrar é própria dos átomos que se agruparam para formar o cérebro humano? Não poderia. Um átomo de carbono vai ser sempre um átomo de carbono - em mim ou em qualquer outro ser. Então, o que é a racionalidade e onde ela reside? no corpo? nos genes? ou na alma? Pelo visto, parece haver algo mais nos distinguindo como seres.
Numa resposta apressada poderíamos dizer que as características de cada ser é responsável por essa diferenciação. Mas nessa macroanálise, que características estariam sendo levadas em consideração? A forma física? Isso seria muito simplório para nos definir. Exceto se assumirmos que somos simplesmente, individualmete, um corpo – em cada detalhe – seus membros, seus órgãos, seu peso, sua altura, seu formato, sua cor. Não adianta. De qualquer forma, isso não é o suficiente. Em essência, tudo, ou toda matéria, não passa de um emaranhado de átomos, certo? Uma combinação magnífica desses elementos químicos - eternos e imutáveis, como intuíra Demócrito. É Incrível como um número limitado de elementos pode dar origem a uma infinidade de seres e coisas. Desse modo, até o cérebro humano é “igual”. A propósito, como é possível, a partir dos átomos que compõem meu cérebro, eu sonhar, lembrar, imaginar ou esquecer? Uma borboleta que hoje voa livremente pode lembrar-se que um dia já foi larva? É possível? A ciência nos ensinou que somos os únicos seres racionais. Então, a resposta óbvia é não. Mas o resto ela não diz (ou não consegue dizer): a capacidade de lembrar é própria dos átomos que se agruparam para formar o cérebro humano? Não poderia. Um átomo de carbono vai ser sempre um átomo de carbono - em mim ou em qualquer outro ser. Então, o que é a racionalidade e onde ela reside? no corpo? nos genes? ou na alma? Pelo visto, parece haver algo mais nos distinguindo como seres.
